quinta-feira, 13 de setembro de 2007

PARADIGMAS PARADOXAIS.

Adeus amigos, amigas, namorada, família, adeus paisagens de um mundo real. Estou despedindo-me momentaneamente da realidade e do vosso convívio, nesse instante tratando de me recolher para dentro de minha mente, para as entranhas de meus pensamentos, onde lá, posso ser eu mesmo, posso ser você e posso ser ela ou ele sem o menor receio de alguma critica. Em meus pensamentos consigo ser alguém e consigo ser ninguém ou visse e versa. Mente sã, mente insana, aonde pensamentos vão e vem ou nem vem e nem vão, mente que transforma, forma e deforma de maneira empírica meu ser, molda minha personalidade, meu perfil, minhas opiniões e minha existência. Intelecto escravo de Q.I., que se encontra fisicamente encarcerado no interior de uma caixa craniana, enclausurado em uma viscosa massa cefálica acinzentada. Local meu, onde caminha livremente de mãos dadas: Jesus, Davi, Maomé, Moises, Zoroastro, Buda, Anjos, Santos, Santas, todos os Orixás e todas divindades celestiais da dimensão transcendental. Mente essa, às vezes doida, outras vezes mais loucas ainda. Pensamentos algumas vezes maduros, outras vezes podres e estragados. Lugar onde quase sempre como banheiro publico estar ocupado. Pensamentos de uma mente que jamais menti, a boca trai com mentiras, mas a consciência da mente jamais omite a verdade. A veracidade é seletiva, porém pela nossa mente, feliz ou infelizmente jamais é esquecida, jamais é deixada em uma gaveta empoeirada. Mente particular, que parte a assimetria do subliminar, na maioria das vezes com complexo de perfeição, ou seja, quando quer, de maneira egoísta é perfeccionista. O subjetivo e o heterogêneo são os inquilinos desta pequena grande fábrica de sonhos, que por sinal, sempre se encontra em equilíbrio e desequilíbrio constante, se define como o acaso movido por circunstancias multifacetadas. Como uma incógnita com nexo, terminarei esta analise psicológica de minha mente e de meus pensamentos contidos nela, da maneira mais psicodélica possível, voltando a fedida realidade, lembro que: as borboletas antes de serem borboletas foram lagartas.